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Mostrando postagens de Setembro, 2015

Hungria e os refugiados: pais e filhos separados pela ação policial

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Cercas de arame farpado em Roszke. | ©Amnesty International
Cerca de nove pessoas incluindo ao menos quatro crianças que foram separadas de suas famílias pela polícia húngara no momento em que uma cerca era rompida em Röszke, devem ser imediatamente libertados e reunidas com suas famílias, disse a Anistia Internacional. O paradeiro exato das crianças é desconhecido, mas acredita-se que tenham sido levados a um edifício de controle das fronteiras nas proximidades.
“As famílias estão desesperadas para se reunir com seus filhos. Eles não só vivenciaram a viagem traumática para a fronteira e ao uso da força por parte da polícia – eles já perderam a segurança de estar com os seus pais. As autoridades húngaras deverão entregar imediatamente essas crianças para as suas famílias “, disse Tirana Hassan, diretora da Anistia Internacional de Resposta a Crise, que está na cena do crime.
O incidente aconteceu depois que os refugiados avançaram através de uma cerca de fronteira. A polí…

Fatou Diome em uma conversa franca sobre os refugiados e imigrantes!

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Enequality - Desigualdade

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Um vídeo que mostra o que os CEOs, homens mais poderosos do mundo pensam e discutem. E o que a maioria das pessoas não sabem.

Catastroika - 2015

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Devido as políticas de austeridade e com tantas crises no  sistema capitalista é cada vez mais frequente que Estado-Nações se curvem aos desmandos do capital. Infelizmente, serviços públicos essenciais como telefonia, água, esgoto, transporte são objetos de empresas em busca de geração de lucro. A democracia, a cidadania são postas de lado no contexto da globalização, que segundo Milton Santos é a barbárie do "globalitarismo" desenfreado. [por Documentario Hoje]

Jornalistas Fascistas não deveriam ter espaço na mídia

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(Charge: Hasan Abadi) Vandeck Santiago, Diário de Pernambuco O repórter que testemunhou 27 golpes e revoluções, que cobriu guerras, epidemias e crises de fome na África e América do Sul, que viu o despertar do islamismo e a derrocada da União Soviética, que era considerado por Gabriel García Márquez “um verdadeiro mestre” e que foi o mais célebre correspondente internacional do século 20, o que dizia ele sobre que tipo de gente deveria exercer o jornalismo? “Pessoas más não podem ser bons jornalistas”, afirmava Ryszard Kapuscinski, o repórter de quem estamos falando. “Só uma boa pessoa se esforça para compreender os outros, suas intenções, sua fé, seus interesses, suas dificuldades, suas tragédias”.
Agora, peguemos este raciocínio de Kapuscinski, um polonês falecido em 2007, aos 75 anos, e nos transportemos para um campo de refugiados na Hungria, na fronteira com a Sérvia. De repente um grupo de pessoas desesperadas corre para tentar furar uma barreira policial e entrar n…