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Mostrando postagens de Outubro, 2012

Novos rumos para a política em Campo Grande

É, após as eleições, campanhas, "corridas eleitorais", candidatos faz tudo, panfletos, programas de televisão, tudo chega ao fim. Na verdade é apenas o começo de mais uma etapa.
Esperamos que seja uma etapa com compromissos e respeito à democracia. Respeito as pessoas. Cansei de ouvir candidatos que nada fizeram ou têm a acrescentar.
Espero também que as pessoas participem mais. Não adianta votar. Da mesma forma que não adianta esperar que os "representantes" do povo façam. O trabalho deve ser diagnosticado, vistoriado, observado.  
Cidadania plena é participar dos processos de decisão. Ir até a escola pública e participar. Ir nas reuniões dos conselhos de saúde. Conversar com a polícia da região a respeito da polícia comunitária.
Aprendam a participar. Solicitem educação para a cidadania e a política não será mais chata, não terá mais politicagem e sim participação e democracia!

Uma boa seria se a Assembléia Legislativa, de MS, fizesse um curso voltado para cidadania, …

Índios Kaiowá Guarani à beira do suicídio devido à flagrante injustiça social

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Índios Kaiowá Guarani à beira do suicídio devido à flagrante injustiça social

Nas últimas semanas, além do futebol de sempre, dois assuntos ocuparam as manchetes: o julgamento do chamado "mensalão" e, em São Paulo, o programa de combate a homofobia. Quase nenhuma importância se deu a uma espécie de testamento de uma tribo indígena. Tribo com 43 mil sobreviventes.
A justiça federal decretou a expulsão de 170 índios na terra em que vivem atualmente. Isso no município de Iguatemi, no Mato Grosso do Sul, à margem do Rio Hovy. Isso diante de silêncio quase absoluto da chamadaGrande Mídia. (Eliane Brum trata do assunto no site da revista Época). Há duas semanas, numa dramática carta-testamento, os Kaiowá-Guarani informaram:

- Não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui, na margem do rio, quanto longe daqui. Concluímos que vamos morrer todos. Estamos sem assistência, isolados, cercados de pistoleiros, e resistimos até hoje. Comemos uma vez por dia.

Em sua car…

Programa mantém alunos na escola após período de aulas

Ao todo, 1.671 alunos da rede municipal de Campo Grande participam do programa Mais Educação, que oferece contraturno


Em vez de crianças nas ruas, ociosas, mais tempo na escola. Com essa premissa e enquanto o número de escolas de tempo integral não aumenta, em Campo Grande, 1.671 alunos da Rede Municipal de Educação (Reme), da Secretaria Municipal de Educação (Semed), participam do programa Mais Educação, financiado pelo Governo federal, que oferece, no contraturno da escola, atividades de Educação e lazer para estudantes com problemas de notas, comportamento ou defasagem de idade.

Os trabalhos são desenvolvidos em 12 escolas, com alunos do 1º ao 9º ano, e os resultados já aparecem, com os participantes mais comprometidos com sua própria Educação. Em todo o País, são dez mil estudantes que passam cerca 9h na escola. Na Capital, eles recebem almoço e um lanche, além da merenda escolar oferecida no horário de aula. O objetivo da Secretaria de Educação Continuada, do Minis…

Placas com dizeres de voto conciente!

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Bem que poderiam substituir as placas em toda cidade:





Violência na cidade morena

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Ontem passando pelo Parque Sóter mais uma notícia ruim!
Um homem foi baleado. A violência na cidade está preocupante.


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E justo no local onde as pessoas deveriam curtir o ar livre, a área verde, e realizar atividades junto a família. Atenção as autoridades: o local está com a iluminação  com defeitos. Hoje [01/10/2012] está bastante escuro a calçada do parque, em frente ao edifício Brokfield.


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Estatuto da diversidade sexual precisa de 1,4 milhão de assinaturas para virar projeto de lei

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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem a intenção de protocolar até o dia 17 de maio do ano que vem um projeto de lei de iniciativa popular que cria o estatuto da diversidade sexual no Brasil. Para isso, a entidade precisa das assinaturas de 1% do eleitorado brasileiro, ou seja, cerca de 1,4 milhão de pessoas. O estatuto viria para suprir a ausência de leis federais que garantam direitos à comunidade LGBT no país. Atualmente, os poucos direitos conquistados – como a união estável para casais homossexuais – ocorrem pela via judicial e dependem sempre do entendimento de cada juiz. A presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB, Maria Berenice Dias, coordena a redação do estatuto. “Esta é uma realidade que só pode ser alterada pela via legislativa porque a garantia de direitos pela via jurídica é morosa e muito difícil”, disse a ex-desembargadora em entrevista à Rede Brasil Atual. A proposta foi lançada oficialmente em 17 de maio deste ano, data que marca o Dia Mun…